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Aumento no ICMS da gasolina vai elevar até preço da cesta básica em MS, alertam economistas
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Aumento no ICMS da gasolina vai elevar até preço da cesta básica em MS, alertam economistas

A ideia do governador Reinaldo Azambuja (PSDB) de aumentar em 5 pontos percentuais o ICMS (Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) da gasolina deve causar ‘efeito dominó’ com reajustes em toda a cadeia de consumo de Mato Grosso do Sul e impactar desde o setor de serviços, até o preço dos produtos da cesta básica. O alerta é de economistas que confirmam o temor de empresários que já aguardam um recuo do Governo.

Na contramão do que ocorre no resto do Brasil, onde a pauta fiscal está em debate e o presidente Jair Bolsonaro (Sem Partido) cobra dos governadores a diminuição no ICMS para ajudar a segurar o preço dos combustíveis, Reinaldo Azambuja subiu o imposto estadual de 25% para 30% sobre a gasolina. Dos 29 deputados estaduais de MS, apenas 5 votaram contra o pacote que elevou impostos do governador tucano.

Com a mudança, a cada R$ 10 de gasolina que o consumidor abastece, está pagando R$ 3 para os cofres estaduais. No mesmo projeto aprovado pelos deputados estaduais, Reinaldo Azambuja (PSDB) diminuiu de 25% para 20% o ICMS sobre o etanol. Mas a medida, apontada como uma forma de beneficiar os usineiros, acabou não tendo o efeito esperado e o preço do combustível nas bombas não baixou na escala projetada.

Além disso, como a frota de carros flex, que podem usar tanto gasolina como álcool, é menor, os consumidores sofreram o impacto imediato da medida. No começo do mês, Bolsonaro chegou a desafiar os governadores a zerarem o ICMS sobre a gasolina, mas Reinaldo não aceitou. Com combustível mais barato, todos os setores são beneficiados.

Transporte de produtos mais caro
Para os economistas, a mudança na alíquota do ICMS da gasolina acrescenta custo extra na produção em Mato Grosso do Sul.

“Para o setor produtivo é onde mais vai pegar. Eu, particularmente, não via necessidade de estar colocando tributo em período de crise”, pondera o presidente do Corecon-MS (Conselho de Economia do Mato Grosso do Sul), economista Heber Xavier.

De acordo com ele, os efeitos do aumento, que já podem ser sentidos, devem permanecer em médio e longo prazo. “O impacto é em cadeia porque a maior parte do que produzimos são grãos, o restante como produtos hortifrutigranjeiros vêm de fora”, apontou.

Nas bombas, o impacto foi imediato e o preço do litro da gasolina disparou, passando de R$ 5,15 em vários municípios de Mato Grosso do Sul e gerando revolta entre os consumidores.

Sem previsão de mudança no cenário, o economista afirma que os consumidores terão que fazer as economias possíveis. Dentre elas, rodar somente o necessário e até tentar optar por rodízio de carros.

Mas, no caso de quem transporta mercadorias, não tem como economizar e o custo acabará chegando no consumidor final, alerta o presidente do Corecon-MS. “A arrecadação deve ser aumentada quando aumenta a produção. Mas, da forma como foi feita vamos estar mantendo a mesma produção com tributos mais elevados”, lamentou.(Com informações Mídia Max)

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