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Comerciantes da área central de Angélica são prejudicados pela venda de ambulantes
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Comerciantes da área central de Angélica são prejudicados pela venda de ambulantes

Na manhã desta quinta-feira (08) a equipe do Nosso Site MS apurou informações sobre a presença de ambulantes nas ruas do município de Angélica.

Ser dono do próprio negócio é o sonho de muitas pessoas. Na maioria dos casos de sucesso, o empreendimento começa pequeno e, posteriormente, através de muito trabalho, gera empregos e renda.

Começar uma empresa leva tempo, investimento e muito trabalho para se manter no mercado. Além disso, atualmente, os empresários ainda têm que enfrentar um grande impasse com o comércio feito por ambulantes.

A partir do momento que há um ambulante na calçada, o comerciante é prejudicado, porque os impostos pagos são altos, o que gera uma concorrência desleal, uma vez que o ambulante não recolhe nenhum imposto para o município.

Na imagem abaixo observa-se que o vendedor expôs seus produtos sobre a calçada, contudo, importante destacar que os objetos ali expostos e comercializados facilmente são encontrados no comércio local.

Comerciantes da área central de Angélica são prejudicados pela venda de ambulantes

Angélica possui a economia baseada no comércio e na prestação de serviços. Os impostos pagos por esses setores retornam para o Município, onde são investidos em saúde, infraestrutura, educação e outras áreas.

Além do mais, no comércio fixo do município, além dos impostos existe também a manutenção de empregos, o que o ambulante não oferece.

É fato que o comércio formal exige um grande investimento, com alvará, IPTU, Plano de prevenção de Incêndios (PPCI), impostos e encargos, diferentemente daqueles que mantêm a venda ‘ambulante’.

Em entrevista com um empresário local, foi dito o seguinte:

“Ele não produz aqui no Município, já que nem é daqui. Só vem explorar. E a gente emprega pessoas, paga luz, água, telefone, imposto e aluguel…”, argumenta o comerciante.

Em conversa com o Presidente da ACEAN (Associação Comercial e Empresarial de Angélica) Adriano Lissoni, foi informado que em 23/11/2018 foi protocolado um Projeto de Lei na Câmara Municipal para que fosse regulamentado o comércio ambulante e feiras do município.

Segundo Adriano, ainda não houve resposta.

Destaca-se, contudo, que na última Sessão Ordinária do Legislativo Municipal (05/08) o vereador Aparecido Geraldo Rodrigues (Boquinha) solicitou ao Prefeito Roberto Silva Cavalcanti e ao Sr. Kadmo Carriço Corrêa, Secretário Municipal de Fazenda, para que seja realizado uma fiscalização com urgência nos comércios ambulantes que se deslocam até o município de Angélica para vender suas mercadorias.

Importante então, que os empresários locais  pressionem o poder público para que seja tomada as devidas providências legais em relação ao prejudicial comércio ambulante.

 

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