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Instituições apontam Junho Prata como  referência na proteção aos idosos de MS
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Instituições apontam Junho Prata como referência na proteção aos idosos de MS

Uma nova referência na proteção e no combate à violência contra os idosos de Mato Grosso do Sul. Foi desta forma que instituições, entidades e participantes do 4º Seminário Estadual de Enfrentamento à Violência contra a Pessoa Idosa, realizado na quinta-feira (27) na Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul, avaliam os resultados da campanha “Junho Prata”, que durante o mês promoveu atividades voltadas a combater qualquer tipo de violência contra a pessoa idosa, seja ela física, psíquica, sexual ou moral.

O 4º Seminário Estadual de Enfrentamento à Violência contra a Pessoa Idosa, proposto pelo deputado Renato Câmara (MDB), coordenador da Frente Parlamentar em Defesa dos Direitos da Pessoa Idosa, marcou o encerramento das atividades do primeiro ano da campanha, instituída pela Lei Estadual 5.215, de 15 de junho de 2018.

Por cerca de quatro horas, o Plenário Deputado Júlio Maia, que ficou lotado, foi espaço para reflexão e debate sobre as várias faces da violência contra os idosos. O assunto foi aprofundado e problematizado por palestras proferidas pelo assistente social Valdereis Freitas de Souza, coordenador de Proteção Social Básica da Secretaria de Estado de Direitos Humanos, Assistência Social e Trabalho (Sedhast), pela promotora de Justiça Cristiane Barreto Nogueira Rizkallah, titular da 44ª Promotoria do Idoso de Campo Grande, e por Maria Lúcia Secoti Filizola, presidente do Conselho Nacional dos Direitos do Idoso (CNDI).

“A violência doméstica contra a pessoa idosa é um problema muito delicado, difícil de ser tratado, mas que deve ser discutido. É um tema difícil, porque estamos falando de violência praticada, na maioria das vezes, por agressor próximo do idoso, um parente ou outra pessoa que convive com ele”, pontuou Renato Câmara.

Para o deputado, o sucesso da campanha “Junho Prata” representa mais um importante passo para consolidação de políticas afirmativas em benefícios das pessoas da terceira idade em Mato Grosso do Sul. Entre as conquistas viabilizadas através das ações pela Frente do Idoso, Renato cita também a implantação da FEDPI (Fundo Estadual dos Direitos da Pessoa Idosa), a realização dos Jogos da Melhor Idade e a lei que assegurou aos idosos o direito de pagar mais barato para emitir, renovar ou obter a segunda via da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e a Permissão para Dirigir (PPD).

“Neste mês de junho, unimos esforços visando à conscientização sobre a importância do respeito à integridade física e psíquica dos idosos e o resultado é extremamente positivo”, enfatizou o deputado Renato Câmara. A campanha contou com a realização de diversas atividades, como palestras, oficinas envolvendo alunos da Rede Estadual de Educação, da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) e Unigran, além de visitas a centros de referência no atendimento a idosos e ações de divulgação promovidas pela Frente Parlamentar em Defesa dos Direitos da Pessoa Idosa.

Instituições apontam Junho Prata como  referência na proteção aos idosos de MS

ESPECIALISTAS

A presidente do CNDI Maria Lúcia Secoti reforçou a importância da prevenção, através de campanhas educativas semelhantes ao Junho Prata. “É preciso educar toda a sociedade. E qual deve ser a grande conscientização? A de derrubar o preconceito de que não há futuro para o idoso”, considerou. Essa consciência decorre, segundo ela, do conhecimento dos direitos, o que permite o exercício efetivo da cidadania. “O maior antídoto para a violência é a ampliação da inclusão na cidadania. Para ter os direitos respeitados é importante conhecê-los. Neste ponto, quero destacar a campanha ‘Junho Prata’, instituída pela Lei 5.215, que completa um ano”, afirmou Maria Lúcia Secoti.

A promotora de Justiça Cristiane Rizkallah destacou que a prevenção é a melhor forma de combater a violência e que a campanha Junho Prata chega com o importante papel de conscientizar e levar mais informações à sociedade sobre o tema. “É preciso um trabalho de conscientização constante, de educação das pessoas desde pequenas. A conscientização, sobretudo das crianças, é o que pode dar o melhor resultado”, defendeu. “O amor deve ser ensinado desde pequeno. E, quando necessário, deve-se punir, de forma educativa, todas as formas de desamor. Só assim teremos seres humanos melhores, com consciência das consequências de suas ações”, completou.

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